Você não é só criativo. Você é um negócio e precisa começar a agir como tal.
- Jenny Runge - A IDEALISTA

- há 6 dias
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Atualizado: há 5 dias

Ser uma profissional criativa sempre
me entusiasmou por um motivo muito claro: eu sei o quanto um posicionamento estratégico de marca é capaz de transformar a vida de uma pessoa e o rumo de uma organização inteira.
Não estou falando de estética, likes ou tendências passageiras. Estou falando de decisões que mudam jogos e vidas.
Criar sem estratégia é confortável. Criar com posicionamento é corajoso. Meu objetivo, desde o início, nunca foi agradar todo mundo.
Sempre foi desenhar estratégias poderosas, capazes de diferenciar meus clientes de forma tão clara que eles se tornassem inconfundíveis no mercado. E existe uma verdade que poucos aceitam: as marcas mais fortes não são amadas por todos. Elas são rejeitadas por alguns e é exatamente isso que as torna memoráveis.
Antes de se posicionar, olhe para onde você está!
Particularmente amooooo este exercício. Aplico ele em todos meus treinamentos. E o motivo é muito simples, como você vai chegar onde quer se nem sabe onde está? Toda estratégia séria começa com honestidade. Antes de pensar em “reposicionamento”, “branding” ou “nova comunicação”, existem algumas perguntas essenciais: Onde você está exatamente agora? Quem é sua audiência real?
Quem de fato te acompanha, confia em você e paga pelo que você entrega?
E aqui vai outra pergunta, ainda mais desconfortáve, mas necessária:
Você está ganhando dinheiro de verdade com seus clientes atuais?
Não dinheiro simbólico. Não “dá pra ir levando”. Dinheiro real, que sustenta sua vida com dignidade.
Você dorme bem?
Consegue descansar sem culpa?
Gosta do que faz ou apenas se acostumou?
Essas respostas dizem mais sobre seu posicionamento do que qualquer identidade visual. O dilema silencioso dos criativos é habilidade de aprender qualquer coisa sozinhos. A maioria dos profissionais criativos é autodidata. Aprendeu fazendo, errando, tentando de novo. Talvez por isso, muitos carreguem uma dificuldade profunda de cobrar pelo próprio valor. Existe uma sensação estranha de que cobrar bem é exagero, ou de que gostar do que faz deveria ser recompensa suficiente.
Mas prazer não paga contas.
Talento não sustenta carreira sem estratégia.
Quando você não se posiciona, o mercado faz isso por você, geralmente colocando você em lugares pequenos, seguros e pouco rentáveis.
Que vida profissional você busca, de verdade?
Essa é uma pergunta que quase ninguém quer responder com honestidade.
Não a versão bonita para postar.
O que você acredita que precisa fazer com frequência para chegar lá?
Você está ganhando bem e ficando desconfortável — crescendo, aprendendo, se desafiando ou está apenas trabalhando para pessoas que você gosta, sendo “acessível demais” e adiando decisões difíceis?
Agora imagine sua vida profissional sem esses obstáculos.
Sem culpa ao cobrar.
Sem medo de se posicionar.
Sem precisar explicar demais quem você é.
Como você deseja que seja o seu resultado este ano?
Sua diferenciação é ouro, se você souber usá-la.
Sua diferenciação não é um detalhe estético.
Ela te posiciona no mercado.
Enquanto você tenta agradar, alguém menos talentoso se posiciona melhor. Enquanto você suaviza sua mensagem, alguém mais direto ocupa o espaço.
O mercado não recompensa quem espera ser descoberto. Recompensa quem se assume. E aqui está a virada de chave que muda tudo: você não é “só” um criativo.
Você é um grande negócio.
Quando você começa a se enxergar assim, sua comunicação muda. Seus clientes mudam. Seu faturamento muda. Sua relação com o trabalho muda. Criatividade sem posicionamento vira hobby. Criatividade com estratégia vira carreira, impacto e legado. Comece a se tratar como o negócio poderoso que você é. O mercado responde a quem se posiciona.
Ver-se como um negócio não é perder sensibilidade, nem trair a criatividade. É assumir responsabilidade. Negócios reais sabem onde estão, para quem existem e qual problema resolvem.
Eles acompanham números, tomam decisões difíceis e fazem escolhas estratégicas, mesmo quando isso gera desconforto. Agir como um verdadeiro negócio significa definir limites claros, cobrar de forma justa, escolher clientes e dizer não quando necessário. Significa parar de confundir afeto com valor e amizade com estratégia. Negócios saudáveis não sobrevivem de boa vontade, sobrevivem de posicionamento, clareza e consistência.
Um verdadeiro negócio entende que descanso faz parte da performance, que prazer não substitui lucro e que crescimento exige desconforto. Ele não espera ser reconhecido nem pede permissão, um verdadeiro negócio vai ocupando seu espaço. Não tenta agradar todos, porque nem precisa, agrade apenas os dispostos a pagar e assim se comprometa com quem realmente importa.
Quando você passa a se enxergar assim, tudo muda. Seu trabalho ganha direção, sua comunicação ganha força e seus resultados começam a refletir quem você é de verdade. Criatividade deixa de ser improviso e passa a ser estratégia. Talento deixa de ser promessa e vira entrega. Você não é um projeto inacabado esperando o momento certo. Você é um negócio em operação.
Negócios saudáveis não sobrevivem de boa vontade.
Sobrevivem de posicionamento, clareza e consistência.
Eles não pedem permissão. Eles ocupam espaço.
Foi a partir dessa consciência que eu criei a IDEAL42.
Percebi que o mercado não oferecia nada parecido com o que eu havia construído. Para que isso fique absolutamente claro, observe a comparação:
Critério | Mercado Tradicional | IDEAL42 |
Fonte da autoridade | Metodologias externas | Clareza interna do idealista |
Forma de atuação | Fragmentada e terceirizada | Integrada e centralizada |
Tipo de transformação | Incremental | Estrutural |
Relação com o cliente | Dependência contínua | Autonomia consciente |
Métrica de sucesso | ROI, likes, faturamento | ROI + ROS™ (Significado, Legado, Presença) |
Energia do processo | Pressão e urgência | Calma, decisão e sustentação |
Promessa implícita | “Vamos te ajudar” | “Você assume o comando” |
Para substituir a IDEAL42, seria necessário contratar ao menos 10 empresas diferentes e ainda assim, você não compraria a clareza que realmente deseja. Consegue perceber agora? O que eu criei é único. E exatamente por isso, é um negócio.
E você, o que vem criando?
Se sentir que precisa entender melhor quem você é, onde está e o que seu negócio realmente pede… continue por aqui. Ainda temos muito para conversar.
Com carinho, respeito e clareza,
Jenny Runge — A Idealista
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