Sua autoridade não depende de seguidores.
- Jenny Runge - A IDEALISTA

- há 9 horas
- 3 min de leitura
Criar seu preço pode doer, mas dói mais não mostrar o seu valor. Você não cobra o que vale. Cobra o que acha que o outro aceita pagar.
E isso já te colocou numa jaula invisível.

Se você já sentiu culpa por cobrar mais caro. Se já ouviu “é muito caro” e imediatamente pensou em baixar. Se já fez uma proposta tremendo. Então você ainda não entendeu: valor não vem do cliente, vem da sua clareza. Você não é uma vendedora de serviços. É uma autoridade simbólica. Você entrega algo que transforma. E tudo que transforma exige energia para sustentar. Se o seu preço não te sustenta com integridade, não é desconto é autoabandono remunerado.
As marcas de luxo entenderam isso muito antes de você nascer. Chanel não vendia roupa. Vendia postura, status e permissão. Hermès não vende bolsa. Vende símbolo, raridade e silêncio. Tesla não vende carro. Vende visão, antecipação e disrupção. Nenhuma dessas marcas pergunta quanto você pode pagar. Elas declaram quanto custa fazer parte do jogo. Você quer entrar ou não? A porta não é para todos, é para quem tem energia para carregar o que aquilo representa. Você precisa pensar assim: o que você entrega não é serviço, é posicionamento transferível.
Mas o mercado que te cerca quer que você se prostitua por aceitação. Te dizem: “Tem que ser acessível.” “Tem que facilitar.” “Tem que parcelar em 12x sem juros.” E você cai na armadilha da aprovação. Resultado? Gente errada entrando no seu campo. Pagando pouco, exigindo muito, sugando sua entrega. E você… ressentida, exausta, quebrada. Isso não é caridade. Isso é suicídio energético. Você não está aqui para agradar todo mundo. Está aqui para chamar os certos.
Vamos falar claro: Preço é um posicionamento. É um filtro. É uma seleção natural de quem vê o que você carrega. Não é sobre horas, nem sobre benchmark. É sobre o quanto você precisa cobrar para manter sua entrega viva, limpa, inviolável. Quem não entende isso, continua mendigando cliente. Quem entende, impõe território.
A fórmula que ensino na IDEAL42™ é simples.
Nada a ver com planilha, tudo a ver com seu posicionamento no mundo:
(Simbolismo + Singularidade + Sustentação energética) ÷ Clareza de Campo = Preço Real.
Sim. É matemática vibracional. Mas é pragmática. Vamos aplicar: Você é terapeuta.
Uma única sessão sua muda a rota de vida de alguém. Isso economiza anos de dúvida e sabotagem. Você é estrategista. Uma conversa com você reposiciona uma marca por cinco anos. Você é mentora. Um insight seu tira alguém da lama. Você acha mesmo que isso vale “R$ 297 à vista ou em até 12x”? Isso vale décadas. Vidas. Resultados concretos.

Quer um exemplo?
Quanto você pagaria para saber a direção que você deve tomar e conseguir compreender e ver o que você nunca viu antes e que estava bem debaixo do seu nariz o tempo todo.
E sabe por que você ainda não cobra isso? Porque tem medo de ser rejeitada.
Mas adivinha: o medo da rejeição é o que te mantém irrelevante. Quem lidera campo simbólico não pergunta “quanto você pode pagar?”. Lidera com: “Esse é o valor de acessar o que carrego. Quem sente, chega.”
Quer fazer parte da nova elite simbólica? Então comece sendo honesta consigo mesma: O que você está entregando vale mais do que está cobrando? Você se sente exausta ou energizada depois de cada cliente? Você sente raiva ou reverência pelas pessoas que atendente? Você está sendo paga para expandir ou para sobreviver?
Se a resposta te doeu, é porque esse texto não é só um manifesto. É a cirurgia que seu campo precisava. Preço não é número. É declaração de soberania. Não negocie com quem não vê. Não dê desconto para quem não sustenta. Não entregue transformação para quem só quer preço.
Uma bela frase que meu avô falava era: "Quem por preço vem, por preço vai embora!"
Precificar não é sobre o cliente, é sobre você e sempre foi.
Com carinho e respeito,
Jenny Runge | A IDEALISTA



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